Frankenstein: O Moderno Prometeu
Frankenstein: O Moderno Prometeu
Autor
Mary Shelley
Tradução e notas
Doris Goettems
Adaptação
Ana Sofia Saldanha
Ilustrador
Theodor von Holst
Idioma
Português-Inglês
Lançamento
09/2016
Acabamento
Cartonado
Formato
15,8cm x 23cm
Páginas
320
Peso
572 g
ISBN - Livros
ISBN 9789899955800
ISBN - Digital
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Sinopse
Romance de terror gótico com inspirações do movimento romântico, de autoria de Mary Shelley, escritora inglesa e esposa do poeta e ensaísta Percy Bysshe Shelley.

Relata a história de Victor Frankenstein, um estudante de ciências naturais que busca recriar um ser vivo, uma criatura, através do uso da ciência em seu laboratório.

Mary Shelley escreveu FRANKENSTEIN: O MODERNO PROMETEU quando tinha apenas 19 anos. A obra foi elaborada após o encontro do casal Shelley com Lorde Byron (1788-1824), em sua mansão às margens do lago Genebra, encontro este que produziu uma série de textos, poemas e romances de autoria de Byron, John Polidori (1795-1821), Percy e Mary Shelley, conforme relatado no "Prefácio" da edição de 1831.

A obra foi publicada em 1818, sem o devido crédito para a autora em sua primeira edição, mas com um prefácio escrito por seu marido, Percy Bysshe Shelley e é esta primeira versão publicada, mais densa e completa nesta inédita edição.

O romance obteve grande sucesso e gerou todo um novo gênero, tendo grande influência na literatura e na cultura popular ocidental. FRANKENSTEIN: O MODERNO PROMETEU aborda diversos temas ao longo de sua narrativa, sendo a mais gritante a relação entre a criatura e o seu criador, com óbvias implicações religiosas. Uma influência notável na obra é o poema épico O Paraíso Perdido, de John Milton. A influência torna-se explícita tanto através da epígrafe que cita três versos do poema, quanto aparecendo diretamente no desenrolar da trama, sendo um dos livros que a criatura lê.

Preconceito, ingratidão e injustiça também estão presentes. A criatura é sempre julgada por sua aparência, e agredida antes de ter a oportunidade de se defender. Por fim, a inevitabilidade do destino, tema muito desenvolvido na literatura clássica, é constantemente aludida ao longo da obra que se presta a múltiplas interpretações e leituras.
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Conheça mais sobre Mary Shelley


(1787-1851)

Mary Wollstonecraft Shelley, mais conhecida por Mary Shelley, nasceu em Londres, a 30 de agosto de 1797, filha do filósofo e escritor William Godwin e da escritora Mary Wollstonecraft, uma das primeiras ativistas pelos direitos das mulheres.

Ela manteve um longo relacionamento com um dos grandes expoentes do Romantismo Inglês, o poeta Percy Bysshe Shelley (1792-1822). O casal mudou-se para Itália, onde Mary Shelley sofreu a perda de dois de seus filhos, além de seu marido em um trágico naufrágio próximo de Livorno, tragédias que lançaram a escritora num longo período de recolhimento em Inglaterra na companhia do seu único filho que ainda vivia.

A sua obra mais famosa é “Frankenstein: O Moderno Prometeu” escrita entre os anos de 1816 e 1817. O romance obteve grande sucesso e gerou todo um novo género de horror, tendo grande influência na literatura e cultura popular ocidental. Esta obra foi elaborada após o encontro do casal Shelley com Lorde George Gordon Byron, 6º Barão Byron (1788-1824), na sua mansão nas margens do lago Genebra, encontro este que produziu uma série de textos, poemas, romances da autoria de Byron, John Polidori (1795-1821), Percy e Mary Shelley, conforme relatado no “Prefácio” da edição de 1831 de “Frankenstein”.

Apenas em 1826, Mary Shelley voltaria a produzir o que a crítica especializada considera como sendo a sua melhor obra “O Último Homem”, obra pioneira da ficção científica que influenciaria toda uma geração de escritores deste género. Os últimos anos de Mary Shelley foram afetados pela doença. Desde 1839, ela sofria de dores de cabeça e ataques de paralisia em partes do seu corpo, que por vezes a impediam de ler e escrever. Viria a falecer a 1 de fevereiro de 1851, em Londres, Inglaterra, vítima de um tumor cerebral.

No aniversário de um ano da sua morte, o seu filho, Percy Florence Shelley, descobriu dentro da pequena secretária da sua mãe algumas madeixas dos seus filhos mortos, um caderno que ela partilhava com o marido, uma cópia manuscrita do poema “Adonais”, da autoria deste último, com uma página dobrada em volta de um pedaço de seda, contendo algumas das suas cinzas e os restos do seu coração.

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